O método na loucura (4): O ambíguo casamento entre saber e criatividade, por Gabriel Peters

Por Gabriel Peters Clique aqui para pdf A abismal transcendência da grandeza (vulgo: o efeito “puta merda!”) Como vimos nos posts anteriores desta série, seja o gênio pensado segundo o modelo do “possuído” ou da “força da natureza”, o pressuposto de ambas as imagens reza que o criador genial, diferentemente do inventor “meramente” talentoso ou…

Pânico da página em branco? (2): mais dicas do Tio Agonia para desbloquear sua tese, por Gabriel Peters

Pancho, principal incentivador deste post.  Por Gabriel Peters  Clique aqui para pdf Epígrafes de geladeira A inspiração vem de se trabalhar todos os dias. (Charles Baudelaire) Os únicos escritores impecáveis são aqueles que nunca escreveram. (William Hazlitt) O primeiro rascunho de qualquer coisa é uma merda. (Ernest Hemingway, com a habitual classe) O segredo para…

O método na loucura (3): três modelos da genialidade, por Gabriel Peters

Por Gabriel Peters   (UFPE) Para pdf clique aqui Possuído No seu uso de senso comum, a noção de “genialidade” está investida com uma aura de transcendência, magia e milagre. Chamar uma peça de Shakespeare, uma composição de Mozart ou um romance de George Eliot de “genial”, por exemplo, não significa apenas apontar para a sua…

O método na loucura (2): Mozart, Karajan e por que jogar xadrez desenvolve a capacidade de jogar xadrez, por Gabriel Peters

  Por Gabriel Peters (UFPE) Clique aqui para pdf “[Sobre o Xadrez]  Jogo chinês que aumenta a capacidade de jogar xadrez” Millôr Fernandes A frase de Millôr que serve de epígrafe a esse post é sátira espirituosa de uma ideia de senso comum, qual seja, a de que a competência no jogo de xadrez estaria…

O método na loucura (1): uma série sobre ambivalências na psicologia da criatividade em arte e ciência, por Gabriel Peters

  Por Gabriel Peters (UFPE) Clique aqui para pdf “Loucura embora, tem lá seu método” William Shakespeare (na boca de Polônio em Hamlet) “Domine o instrumento, domine a música, depois esqueça essa porra toda e toque” Charlie Parker Em O melhor do mau humor (1993), coletânea de rabugices espirituosas organizada por Ruy Castro, há uma…