Por uma sociologia relativamente exata (Parte 1), de Michel Callon e Bruno Latour

Buraco Negro (sem autoria) Michel Callon e Bruno Latour (Écoles des Mines, França) Tradução: Diogo Corrêa Clique aqui para pdf Enquanto a sociologia, fiel às suas origens, se absteve de estudar as ciências e as tecnologias, seu desenvolvimento, mesmo se foi frequentemente fragmentado e por vezes caótico, não foi verdadeiramente interrompido. Negociando as fronteiras reconhecidas…

Arte Contemporânea, um dever de radicalização. Reflexões em torno de Nathalie Heinich (Parte 2), por André Magnelli e Liz Ribeiro

Por André Magnelli & Liz Ribeiro   Apresentação A arte contemporânea desperta paixões opondo detratores e defensores. Ela teve lugar cativo entre os diagnósticos de crises e os anúncios de fins das últimas décadas. Filósofos, sociólogos, antropólogos, estetas, críticos e profissionais de arte envidaram esforços para interpretá-la e, mesmo, para estabelecer novos parâmetros para julgar…

Arte Contemporânea, um dever de radicalização. Reflexões em torno de Nathalie Heinich (Parte 1)

Apresentação A arte contemporânea desperta paixões opondo detratores e defensores. Ela teve lugar cativo entre os diagnósticos de crises e os anúncios de fins das últimas décadas. Filósofos, sociólogos, antropólogos, estetas, críticos e profissionais de arte envidaram esforços para interpretá-la e, mesmo, para estabelecer novos parâmetros para julgar o que é a arte e uma…

Os quatro muros de não saber agir: o paradoxo da liberação (parte 2), por Yago Paiva

Jackson Pollock. Convergency, 1945 Por Yago Paiva Clique aqui para pdf Weber: do homo religiosus ao homo oeconomicus ou do desejo à jaula de aço Na introdução de “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”, Max Weber afirma que, somente na civilização ocidental, surgiram fenômenos culturais que repousam numa linha de desenvolvimento que possui…

Os quatro muros de não saber agir: as profecias não realizadas (parte 1), por Yago Paiva

Jackson Pollock. Convergency, 1945 Por Yago Paiva Clique aqui para pdf 1 Introdução Viver doía-nos, porque sabíamos que estávamos vivos; morrer não nos aterrava porque tínhamos perdido a noção normal da morte.  Mas outros, Raça do Fim, limite espiritual da Hora Morta, nem tiveram a coragem da negação e do asilo em si-próprios. O que…

O método na loucura (3): três modelos da genialidade, por Gabriel Peters

Por Gabriel Peters   (UFPE) Para pdf clique aqui Possuído No seu uso de senso comum, a noção de “genialidade” está investida com uma aura de transcendência, magia e milagre. Chamar uma peça de Shakespeare, uma composição de Mozart ou um romance de George Eliot de “genial”, por exemplo, não significa apenas apontar para a sua…